Segundo os autos, o investigado teria utilizado um perfil falso no Instagram com fotos e identidade da mulher para divulgar informações falsas sobre ela. O caso também envolve a suposta divulgação, sem autorização, de imagens íntimas atribuídas à vítima.
As publicações teriam se espalhado pelas redes sociais e por grupos de WhatsApp, provocando uma série de abordagens à mulher por pessoas que acreditavam nas informações divulgadas pela conta falsa.
A decisão mais recente aponta ainda o suposto descumprimento de medidas protetivas de urgência anteriormente determinadas pela Justiça, situação que pesou para a decretação da prisão preventiva.
O mandado foi expedido pela Vara da Comarca de Assú em 31 de agosto de 2026. A Justiça também manteve as medidas de proteção e determinou restrições de contato e aproximação.
A prisão é preventiva e não representa condenação definitiva. As acusações ainda serão analisadas no processo, com garantia do direito de defesa.

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