O INESPERADO:
O vereador CÍCERO FERNANDES DA SILVA
(PRP), após lutar bravamente por sua vida, não resistiu aos ferimentos e
faleceu no bloco cirúrgico da unidade hospitalar, por volta das 15h30
da mesma data. Há informações de que CÍCERO FERNANDES,
no ato da emboscada, estava em seu veículo em companhia de um sobrinho,
quando foi atingido pelos disparos. Seu sobrinho não foi atingido. Do
que foi apurado até o momento, os dois atiradores estavam em uma moto
CG-Titan de cor vermelha, de placa já identificada pela polícia, os
quais se aproximaram do carro em que a vítima se encontrava e efetuaram
os tiros. Testemunhas foram arroladas e compareceram na 21ª Delegacia de
Polícia Civil da cidade para prestar depoimento e tentar identificar os
autores do homicídio. Cição era Policial Militar do Estado de Pernambuco e outrora, fez diversas ações meritórias na área de SALGUEIRO,
onde era bem conceituado pelos seus companheiros, no entanto, ja estava
na reserva, (aposentado) e foi eleito como vereador com 1.373 votos nas
eleição passada em Serra Talhada no Sertão do Pajeú, onde fixava
residência.
Com informações:Giro do sertão
O
vereador Cícero Fernandes da Silva (PRP), mais conhecido como “Cição”,
morreu depois de sofrer um atentado em Serra Talhada, no Sertão do
Estado. Conforme o 14º Batalhão da Polícia Militar (BPM), o parlamentar
dirigia seu veículo quando foi atingido por vários tiros. Informações
dão conta de que um sobrinho dele também estava a bordo, mas não teria
ficado ferido.
O
parlamentar chegou a ser socorrido para o Hospital Regional Professor
Agamenon Magalhães (Hospam), situado no mesmo município, mas morreu no
bloco cirúrgico da unidade por volta das 15h30. A Polícia faz
diligências na região em busca dos envolvidos no crime.
Em
conversa com o Blog da Folha, o advogado do PRP, Emílio Duarte, lamentou
a morte do vereador. Ele relatou que o carro em que o parlamentar
estava foi atingido com cerca de dez tiros e que três ou quatro
atingiram o vereador.
Cição
era ligado ao deputado estadual Sebastião Oliveira (PR) e chegou a
prestigiar a posse dos deputados estaduais na Assembleia Legislativa de
Pernambuco (Alepe), no início de fevereiro. De acordo com Duarte, o
vereador “não falava de nenhuma inimizade política”.
Ainda
segundo o advogado, não se sabe a motivação do crime, mas, “pela
característica, mais parece se tratar de execução. Mas são só ilações”.
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